Cidades de Papel

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Livro: Cidades de Papel
Autor: John Green
Páginas: 361
Tempo: dois dias

Comecei a meta de fevereiro lendo Cidades de Papel, finalmente me rendendo aos encantos do tão falado John Green. Não sabia o que esperar desse livro, mas ele me surpreendeu um pouco, sim. Uma vez disse para minha mãe que existem aqueles filmes que são “a cara do Oscar”, que te fazem pensar, são bem cabeças, que você tem que prestar atenção mesmo para entender a história, e é assim que eu definiria esse livro, a cara do Oscar. Comecei a pensar bastante na minha vida, na rotina, no futuro, e falando nisso, amei essa frase “o para sempre é composto de agoras”. Vai falar que isso não te faz pensar?!

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Quando começou a história, eu achei que ia ser algo bem animado, cheio de aventuras Quentin&Margo, e por um lado não estava enganada. Mas devo admitir que achei um pouco cansativo a busca incessante pela Margo, tudo girando em torno dela… O Quentin me irritou bastante com isso. Mas conforme ia chegando o final, mais eu ia me identificando com a Margo. A filosofia dela me atrai e me dá medo, aquele medo do desconhecido, que ela também sentiu.

Não sei dizer se gostei do livro, pois gosto de ação, de coisas grandes e emocionantes acontecendo. Tanto que as partes que mais me levaram para dentro da história, foram as duas aventuras de carro dos personagens. Eu ia devorando as páginas nesses momentos querendo saber o desfecho da empreitada.

No geral é uma leitura muito boa, recomendo para quem gosta desse estilo de história, mais cabeça com um toque de romance e aventura, mas não colocaria no meu top 10.

E só uma observação, toda vez que abria o livro, me vinha a música “Somewhere Only We Know” na cabeça. Acho que combina com a história.

Segue a sinopse:
“Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.”

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