Divergente

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Livro: Divergente
Autora: Veronica Roth
Páginas: 500
Tempo: 4 dias

“Não estou dizendo que você não deve revelar o resultado agora; o que quero dizer é que não deve revelá-lo a ninguém, nunca, não importa o que aconteça. A Divergência é algo extremamente perigoso.”

Resolvi ler esse livro depois de um domingo a noite, que levei várias broncas da minha mãe mandando eu ir dormir, mas fui teimosa pra variar e assisti o filme “Divergente” até o final. Não gosto de ler os livros depois de ver o filme, mas como eu achei o longa sensacional, pensei “tenho que ler esse livro para saber todos os detalhes da história e poder ler os próximos sem perder nada”.

A adaptação é muito boa, mesmo! Claro que faltam alguns detalhes e cenas, mas vi que eles até chegaram a gravar essas cenas que faltam, elas só não entraram na edição final. Mas estou aqui para falar do livro, depois falo do filme. Ou não.

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Eu amo distopias, acho muito legal esse modo de ver o futuro da humanidade! E a autora soube trabalhar muito bem esse tema. A sociedade dividida em cinco facções (Abnegação, Franqueza, Amizade, Erudição e Audácia), todo mundo tendo que pensar de tal jeito, fazendo só o que sua facção determina… Um pouco no estilo “Jogos Vorazes” e seus distritos, mas como todo mundo vive junto na mesma cidade, acho mais interessante.

O livro conta a história de Beatrice, mais tarde Tris, que abandona a facção na qual nasceu, Abnegação, assim abandonando a família, e vai para a Audácia, onde estão os malucos, doidos, aventureiros, que sempre procuram um pouco, ou melhor, muita adrenalina. Ela muda completamente seu estilo de vida, saindo da pacacidade para doideira. Mas no teste de aptidão dela, que determina a qual facção a pessoa pertence, o resultado foi inconclsivo, o que a torna uma Divergente. E essas pessoas são um perigo para a sociedade perfeita que os governantes prezam, ou seja, divergente bom é divergente morto.

Ela apanha, sofre, quase vira uma sem facção, mas com a ajuda do Quatro ela acaba se dando bem. Até a próxima página, quando tem uma reviravolta na cidade, e ela tem que se virar para não ser morta, para não deixar que sua família e amigos morram, e ainda salvar os outros.

É muito, muito empolgante ler essa história! O tempo todo cheio de ação e coisas acontecendo! Até as passagens mais românticas são emocionantes, e não no sentido de “ah, que lindos, vou chorar”. Eu me apaixonei pelo Quatro, como eu já esperava. Ele é o bad boy bonzinho que tenta ajudar disfarçando que não, mas ta sempre achando um jeito de ficar perto. Não sei se por causa do ator, que mandou muito bem no papel, mas adorei o personagem!

E já estou surtando que ainda não comprei “Insurgente”! Me pego vendo o trailer do filme e ficando maluca de curiosidade! Desemprego tem suas vantagens, já que consigo ler bastante, mas a maior desvantagem é a falta de verba pros livros mãe, pai, se vocês lerem isso, fica a dica.

To achando que falei muito pouco sobre a história, mas morro de medo de dar spoilers, já que com esse livro me empolguei muito e se eu começar a falar, é bem capaz de deixar escapar várias coisas! E se eu deixei escapar algo ai em cima, foi mal. Mas se você tem preguiça ou não está afim de ler o livro, assiste o filme! Vale a pena e você não vai perder muitas coisas do livro! Sério! ❤

Segue a sinopse:
“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”

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2 comentários sobre “Divergente

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