Filhos do Éden – Paraíso Perdido

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Livro: Filhos do Éden – Paraíso Perdido
Autor: Eduardo Spohr
Páginas: 525
Tempo: 14 dias

É sempre difícil encarar o fim de um livro, mas é mais difícil aceitar o fim de uma saga. Você viveu tanto tempo imerso naquele mundo, tantas aventuras, emoções, guerras, surpresas e descobertas aconteceram que quando você fecha o livro pela última vez dá uma sensação de vazio, de que acabou tudo. E não tem como, reler um livro não tem o mesmo gostinho de ler e viver aquilo tudo pela primeira vez.

Então quando terminei de ler Filhos de Éden – Paraíso Perdido eu fiquei sem rumo. Há uns dois anos eu li A Batalha do Apocalipse, e na sequencia comecei a ler a trilogia Filhos do Éden, e foi muito tempo dentro desse mundo dos anjos e os universos paralelos, e como eu amo anjos eu fiquei bem triste que acabou. Eduardo faz alguma coisa e lança livro novo dessa saga, nunca te pedi nada!

Bom, esse livro conta a última parte da aventura da Kaira com seus parceiros, Urakin e Denyel, além de trazer algumas lembranças do Ablon, meu primeiro amor celeste, e fiquei emocionada de saber mais um pouquinho desse querubim maravilhoso. E tudo isso fecha um ciclo que “manda” ler A Batalha do Apocalipse, ou seja, to surtando para pegar ler de novo.

Três partes em especial me chamaram a atenção: quando os celestes estão em Asgard e a mitologia nórdica incrível diga-se de passagem é explorada; quando eles passam por Avalon e mostram outras criaturas mágicas lindas; e a Terra antediluviana sim, como tudo era antes daquele famoso dilúvio que tem o Noé e tudo mais, porque além de ser a parte do meu Ablon, ela mostra um mundo que nunca sequer imaginei, com Atlântida e outros reinos/impérios superdesenvolvidos e mágicos.

O que mais me prendeu foi o mistério com o passado da Kaira, já que ela perdeu as memórias, e por mais indícios que a história fosse dando, eu só “descobri” quando falaram o que tinha acontecido e o que ela é/fez. Fui meio lenta, sim, mas estava tão presa na leitura que não consegui somar os fatos. E o fim do livro me deixou triste, chorei, não apenas por ser o fim, mas pelo o que aconteceu. Eu diria que fiquei impressionada, mas não surpresa. No fundo, no fundo, já esperava que isso acontecesse. Mas um outro acontecimento me fez sorrir logo na sequência, hehe.

Não preciso nem falar do jeito incrível e hipnotizante que o Eduardo Spohr escreve e conduz a narrativa, mas sempre que leio um livro dele me vejo obrigada a falar disso e elogiar esse autor. Ele é maravilhoso! Eu amo tudo o que ele escreve, tanto pela criatividade quanto pelo jeito envolvente das histórias. Obrigada por mais essa aventura, por mais essa vida que vivi!

Confere a sinopse:
“No princípio, Deus criou a luz, as galáxias e os seres vivos, partindo em seguida para o eterno descanso. Os arcanjos tomaram o controle do céu, e os sentinelas, um coro inferior de alados, assumiram a província da terra. Relegados ao paraíso, ordenados a servir, não a governar, os arcanjos invejaram a espécie humana, então Lúcifer, a Estrela da Manhã, convenceu seu irmão Miguel, o Príncipe dos Anjos a destruir cada homem e cada mulher no planeta.
Os sentinelas se opuseram a eles, foram perseguidos e seu líder, Metatron, arrastado à prisão, para de lá finalmente escapar, agora que o Apocalipse se anuncia. Dos calabouços celestes surgiu o boato de que, enlouquecido, ele traçara um plano secreto, descobrindo um jeito de retomar seu santuário perdido, tornando-se o único e soberano deus sobre o mundo.
Antes da Batalha do Armagedom, antes que o sétimo dia encontre seu fim, dois antigos aliados, Lúcifer e Miguel, atuais adversários, se deparam com uma nova ameaça uma que já consideravam vencida: a perpétua luta entre o sagrado e o profano, entre os arcanjos e os sentinelas, que novamente, e pela última vez, se baterão pelo domínio da terra, agora e para sempre.”

Confere também o que eu achei dos outros livros da trilogia Filhos do Éden – Herdeiros de Atlântida e Filhos do Éden – Anjos da Morte. E não deixe de seguir o blog no Instagram!

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Um comentário sobre “Filhos do Éden – Paraíso Perdido

  1. Pingback: Melhores livros, dois anos e agora voltei! | dançando com livros

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